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sábado, 2 de abril de 2011

Pensamento do dia

"Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se. Você quer ser feliz para sempre? Perdoe." (Tertuliano)
"Fale com delicadeza hoje; quando o amanhã chegar, você já estará habituado". (Autor desconhecido)

O Cordão de Três Dobras

A Bíblia diz em Eclesiastes 4.9-12 que “melhor é serem dois do que um”, mas termina falando sobre o cordão de três dobras e revelando que é melhor serem três do que dois. Fica implícito que a conta de uma terceira dobra no cordão está mostrando que o “time” aumentou.
“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Eclesiastes 4.12)
Salomão afirma que se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. Isto mostra que um cordão dobrado oferece maior resistência. Porém, ao acrescentar-se uma terceira dobra, ele fica ainda mais resistente! Se há benefícios em ser dois, há muito mais em ser três!
Como já afirmamos, Salomão não fez esta afirmação direcionada exclusivamente ao casamento; ele fala de relacionamento de um modo geral. E, em qualquer relacionamento, a terceira dobra poderia ser mais uma pessoa. Porém, quando examinamos a revelação bíblica acerca do casamento, descobrimos que, no modelo divino, deve sempre haver a participação de uma terceira parte. E isto não fala da presença de algum filho e nem tampouco de um (abominável) triângulo amoroso! Fala da participação do Senhor no casamento.
A presença de Deus é a terceira dobra e deve ser cultivada na vida do casal. Adão e Eva não ficaram sozinhos no Éden, Deus estava diariamente com eles e, da mesma forma como idealizou com o primeiro casal, Ele quer participar do nosso casamento também!
Vemos esta questão do envolvimento de Deus na união matrimonial sob três diferentes perspectivas:
1. Deus como parte do compromisso do casal;
2. Deus como fonte de intervenção na vida do casal;
3. Deus como modelo e referência para o casal.
UMA DUPLA ALIANÇA
Como já afirmamos no primeiro capítulo, o casamento é uma aliança que os cônjuges firmam entre si e também com Deus. O Senhor, através do profeta Malaquias, referiu-se ao casamento como sendo uma aliança entre o homem e a sua mulher:

“Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança”. (Malaquias 2.14)
A esposa foi chamada por Deus como “a mulher da tua aliança”, o que deixa claro qual é o enfoque bíblico do casamento. Esta aliança matrimonial não é apenas uma aliança dos cônjuges entre si, mas do casal com Deus. O matrimônio, portanto, é uma dupla aliança. Malaquias diz que Deus se faz presente testemunhando a aliança do casal. O mesmo conceito também nos é apresentado no livro de Provérbios:
“Para te livrar da mulher adúltera, da estrangeira, que lisonjeia com palavras, a qual deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus”. (Provérbios 2.16,17)
Novamente as Escrituras condenam o abandono ao cônjuge, pois neste texto, assim como em Malaquias, a infidelidade é abordada. Nesta situação, é a mulher quem foi infiel ao amigo de sua mocidade e é chamada de alguém que se esqueceu da aliança do seu Deus. A palavra “aliança”, neste versículo de Provérbios, fala não apenas da aliança entre os cônjuges, mas da aliança deles com Deus. Fala da obediência que alguém deve prestar à Lei do Senhor e também se refere ao matrimônio como uma aliança da qual Deus quer participar.
No Antigo Testamento vemos Deus, por intermédio de Moisés, seu servo, entregando a Israel dez mandamentos que se destacavam de todos os demais. Eles foram chamados de “as palavras da aliança”:
“E, ali, esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras”. (Êxodo 34.28)
Um destes mandamentos mostra que preservar o casamento não é apenas uma obrigação da aliança contraída entre os cônjuges; é parte da aliança firmada com o próprio Deus: “Não adulterarás” (Êx 20.14). As ordenanças do Senhor foram escritas (incluindo a ordem de não adulterar) e o livro onde foram registradas passou a ser chamado de “o livro da aliança”:
“Moisés escreveu todas as palavras do Senhor… E tomou o livro da aliança e o leu ao povo; e eles disseram: Tudo o que falou o Senhor faremos e obedeceremos. Então, tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco a respeito de todas estas palavras.” (Êxodo 24.4a,7,8)
Portanto, o casamento é uma dupla aliança; é uma aliança dos cônjuges entre si, mas também é uma aliança de ambos com Deus. Logo, o Senhor está presente na aliança, no compromisso do casamento. Esta é uma das formas em que Deus pode ser a terceira dobra no relacionamento conjugal.
EDIFICAR COM A BÊNÇÃO DE DEUS
Outra forma como Deus pode e quer participar no casamento é podendo intervir, agir em nossas vidas e relacionamento conjugal. Não temos a capacidade de fazer este relacionamento funcionar somente por nós mesmos; aliás, temos que admitir nossa dependência de Deus para tudo, pois o Senhor Jesus Cristo mesmo declarou: “sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). A Palavra de Deus nos ensina que precisamos aprender a edificar com a bênção de Deus, e não apenas com nossa própria força e capacidade:

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.” (Salmo 127.1)
“Edificar a casa” é uma linguagem bíblica para a construção do lar, não do prédio em que se mora. Provérbios 14.1 declara que “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba”. Isto não quer dizer que temos uma mulher “pedreira” e outra “demolidora”, pois o texto fala do ambiente do lar e não de um edifício físico.
Há ingredientes importantes para edificação da casa (Pv 24.3), mas o essencial é cultivar diária e permanentemente a presença de Deus.
PARECIDOS COM DEUS
Uma outra maneira como Deus se torna parte em nosso casamento é como modelo e referência para nossas vidas. O Senhor é o padrão no qual devemos nos espelhar!

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados.” (Efésios 5.1)
O Novo Testamento revela com clareza que o plano divino para cada um de nós é conformar-mo-nos com a imagem do Senhor Jesus Cristo:
“Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8.29)
As Escrituras declaram que fomos “predestinados” (destinados de ante-mão) para sermos conformes à imagem de Jesus! Cristo é nosso referencial de conduta; o apóstolo João declara que “aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou” (1 Jo 2.6). O apóstolo Pedro afirmou que devemos seguir os Seus passos, o que significa: caminhar como Ele caminhou (1 Pe 2.21). A transformação que experimentamos na vida cristã é progressiva (a Bíbia chama “de glória em glória) e tem endereço certo: tornar-nos semelhantes a Jesus (2 Co 3.18).
O Senhor Jesus atribuiu ao “coração duro” o grande motivo da falência do matrimônio (Mt 19.8). As promessas de Deus ao Seu povo no Antigo Testamento eram de um transplante de coração (Ez 36.26); o Senhor disse que trocaria o coração de pedra (duro, da natureza humana decaída) por um coração de carne (maleável, com a natureza divina). A nova natureza deve afetar nosso casamento. Se Deus passar a ser o modelo ao qual os cônjuges buscam se conformar, certamente se aproximarão um do outro e viverão muito melhor!
Pense em dois cônjuges cristãos manifestando as nove características do fruto do Espírito (Gl 5.22,23): “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio”. Se manifestarmos a natureza de Deus, andaremos na plenitude do propósito divino para os relacionamentos.
Cresci ouvindo meu pai dizer (e aplicar em relação ao casamento) o seguinte: “Quando duas coisas se parecem com uma terceira, forçosamente serão iguais entre si”. Ele dizia que se o marido e a mulher vão se tornando parecidos com Deus, então eles ficam mais parecidos um com o outro. No ano de 1995, quando eu era ainda récem-casado, eu vi num curso do “Casados Para Sempre”, ministrado pelo Jessé e Sueli Oliveira (hoje presidentes nacionais do MMI – Marriage Ministries Internacional), uma ilustração interessante: um triângulo que tinha na ponta de cima palavra “Deus” e nas duas de baixo as palavras “marido” e “esposa”. Nesta ilustração eles nos mostraram que quanto mais o marido e a esposa subiam em direção a Deus, mais próximos ficavam um do outro. Nunca mais eu a Kelly esquecemos este exemplo.
Quero falar de apenas três (entre muitos) valores que encontramos na pessoa de Deus e que deveríamos reproduzir em nossas vidas. Certamente muitos casamentos podem ser salvos somente por praticar estes princípios: amar, ceder e perdoar.
Amar
Se Deus será parte de nosso casamento como modelo e referência, então temos que aprender a andar em amor, uma vez que as Escrituras nos revelam que Deus é amor (1 Jo 4.8). A revelação bíblica de que Deus é amor não foi dada apenas para que saibamos quem Deus é, mas para que nos tornemos imitadores d’Ele:

“Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.” (Efésios 5.1,2)
Há diferentes palavras usadas no original grego (língua em que foram escritos os manuscritos do Novo Testamento) para amor: “eros” (que retrata o amor de expressão física, sexual), “storge” (que fala de amor familiar), “fileo” (que aponta para o amor de irmão e/ou amigo), e “ágape” (que enfoca o amor sacrificial). Quando a Bíblia fala do amor de Deus, usa a palavra “ágape”; este é o amor que devemos manifestar! Ao escrever aos coríntios, o apóstolo Paulo ensina como é a expressão deste amor:
“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13.4-7)
Se imitarmos a Deus e manifestarmos este tipo de amor, as coisas certamente serão bem diferentes em nosso matrimônio!
Ceder
A grande maioria das brigas e discussões gira em torno de quem está certo, de quem tem a razão. Muitas vezes, não vale à pena ter a razão; há momentos em que a melhor coisa é ceder, quer isto seja agradável, quer não! Observe o que Jesus Cristo nos ensinou a fazer:

“Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra; e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa. Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes.” (Mateus 5.39-41)
Se seguirmos a Deus, como nosso modelo e referencial, e aos seus princípios, o casamento tem tudo para funcionar. O matrimônio não é um desafio por causa da pessoa com quem convivemos, e sim porque este convívio suscita nossa carnalidade e egoísmo e mostra quem nós somos! A dificuldade não está no cônjuge e sim em nossa inaptidão em ceder. Se amadurecermos nesta área, nossa vida conjugal definitivamente colherá os frutos.
Perdoar
Se imitarmos nosso modelo e referencial, que é Deus, e perdoarmos como Ele perdoa – como um ato de misericórdia e não de merecimento, incondicional e sacrificialmente – levaremos nosso relacionamento a um profundo nível de cura, restauração e intervenção divina. A instrução bíblica é muito clara em relação a isto:

“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Efésios 4.32)
Concluindo, sem Deus (presente, intervindo e como nosso referencial) no casamento será impossível viver a plenitude do propósito divino para o matrimônio. Mesmo um casal que nunca se divorcie, viverá toda sua vida conjugal aquém do plano de Deus; por melhor que pareça sua relação matrimonial aos olhos humanos, ainda estará distante do que poderia e deveria viver.

Alimentos que previnem o câncer


Alimentos que previnem o câncer
Manter hábitos de vida saudável a sociedade atual está cansada de saber, que alimentos naturais e ricos em nutrientes ajudam o organismo a prevenir doenças e trabalhar em mais equilíbrio, além de garantir mais qualidade de vida, porém há muitas pessoas que levam a vida mais saudável possível e é vítimas do câncer, a doença que mais mata no mundo, um problema que ainda não foi encontrado solução, porém há pesquisas que apontam a eficiência de certos alimentos para prevenir diversos tipos de câncer, além de hábitos de vida mais saudáveis como o uso do protetor diário previne e diminui as chances das pessoas que se expõem em excesso ao sol desenvolverem o câncer.
• O chá verde é um alimento muito conhecido por seu poder antioxidante que ajuda a acelerar o metabolismo e também é um ótimo aliado a saúde, ele previne o câncer e é indicado para prevenir doenças cardiovasculares.
• As frutas cítricas são conhecidas por possuir um sabor diferenciado de outras frutas doces, porém elas são muito recomendadas e sua eficácia já foi confirmada contra o câncer, elas reduzem o processo de reprodução das células cancerígenas.
• As frutas vermelhas como amora, o morango, uva, framboesa entre outras possuem ácido elágico, vitamina C, fibras e flavonóides que são poderosos antioxidantes, prevenindo o câncer e combatem também o envelhecimento precoce.
• O tomate é uma fruta que possui licopeno e previne o câncer de próstata, melanoma, útero e mama, além de ser um alimento útil em diversas receitas e pode ser consumido de várias formas.
• Os brócolis é um vegetal que é rico em isotiocianatos que equilibram o sistema enzimático e previne contra o câncer de faringe, laringe, boca, esôfago e estômago.
• O alho assim como o tomate pode ser incluído em diversas receitas e ainda ser consumido de várias formas, ele previne o câncer no pâncreas, mama, esôfago e estômago.
• O azeite de oliva é um óleo saudável que garante o bom colesterol no organismo e pode ser eficaz contra todos os tipos de câncer.
Incluam em sua dieta muitos outros alimentos saudáveis, porque além do câncer você poderá prevenir também diversos tipos de doenças e problemas de saúde que diminuem sua qualidade de vida, evite consumir gorduras frituras, alimentos calóricos, doces, açúcar em excesso sal, alimentos industrializados, embutidos, queijos amarelos entre outros, além de se exercitar, praticar atividade física é indispensável para ter uma vida mais saudável, além de garantir mais condicionamento físico reforça o sistema imunológico e beneficia todo o equilíbrio do organismo. Vale à pena investir nestes alimentos citados acima em seu cardápio diário, quando você cuida da sua saúde as chances de você sofrer com uma doença grave são muito menores. O câncer é uma doença que pode ter cura quando o diagnostico é feito no inicio e quando há acompanhamento médico específico, a doença em si é muito danosa ao organismo porque pode se espalhar, as pessoas que já passaram por isso se se sentem vitoriosas porque é uma guerra criada em que a vitoria depende da sua força e determinação, além dos meios científicos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011


A verdadeira viagem do ser humano consiste não em buscar novas paisagens ... mas sim... em ver com olhos novos

RECONHECER

Reconhecer que, lamentar-se, é mais fácil que lutar.
Reconhecer que, esperar é mais cômodo que seguir.
Reconhecer que, a atitude certa é tão difícil quanto a errada.
Reconhecer que, nada chega, senão houver luta e esperança.
Reconhecer que, a pessoa certa, nem sempre é a certa mesmo.Tulipas
Reconhecer que, uma nova luz, pode iluminar tanto quanto ou mais que outra.
Reconhecer que, amar não é ter posse.
Reconhecer que, aquela pessoa nem sempre é a melhor.
Reconheço que não consigo Reconhecer sempre a realidade.
Mas confesso que posso Reconheçer quem sou.

Pensamento do dia

flores5" O silêncio é um amigo que nunca trai..."

Chá verde emagrece e combate gordura localizada

O chá verde é conhecido por suas inúmeras funções terapêuticas, como prevenção de câncer e auxílio no emagrecimento. A boa fama da planta milenar é grande. Atualmente, ela pode ser aproveitada em infusões, cremes, cápsulas e ainda ser usada como solução injetável no combate a gordura localizada, em consultórios e clínicas de estética.

Acelere o emagrecimento
Por ser composto por substâncias antioxidantes, o consumo do chá verde pode diminuir as taxas de colesterol e ativar o sistema imunológico. No que diz respeito a doenças degenerativas, como câncer, é composto por princípios ativos bioflavonoides e catequinas, poderosos no bloqueio das alterações que dão início aos tumores.
Chá verde ajuda na dieta e faz bem à saúde - Foto: Getty Images
Os benefícios da bebida superam o inconveniente de ela ter um gosto amargo e pouco agradável. Para as pessoas que precisam emagrecer, o chá verde, quando bebido em infusão, pode ser um potente aliado, uma vez que acelera o metabolismo e contribui para a queima de gordura corporal. Esteticamente, a planta reduz as rugas de expressão e hidrata a pele, ainda que consumido em cápsula.
Tratamentos estéticos

O extrato da planta do chá verde, além de trazer benefícios em sua fórmula mais difundida, como bebida, também pode dar uma forcinha para você ficar mais bonita. Por apresentar boas taxas de teofilina e cafeína, na forma de injeção, ele aumenta o funcionamento do metabolismo, combatendo a gordura localizada e a celulite. Porém , a aplicação do extrato não elimina a necessidade de se tomar a bebida para obter todos os benefícios que a planta oferece.

É importante ficar de olho na dosagem e, claro, nas características de cada organismo. Por isso a necessidade do acompanhamento médico antes de realizar qualquer tipo de tratamento. A produção de injeções de chá verde não é feita em grande quantidade, diferente dos medicamentos comercializados em drogarias. Por isso, a receita é indispensável para que a solução seja produzida em farmácia de manipulação.

Cuidados com o consumo

O consumo de chá verde é recomendado em processos de emagrecimento. No entanto, isso não o absolve de complicações e efeitos indesejados que podem colocar em risco a saúde.
Ele contém cafeína e pode elevar a pressão arterial. A infusão também não é recomendada para hipertensos, gestantes ou para mulheres que estão amamentando.

O consumo em excesso pode provocar sintomas como náusea, taquicardia, dor de cabeça e problemas gastrointestinais. Recomendas-se beber três ou quatro xícaras diariamente, garantindo os benefícios e evitando o consumo exagerado.

Tenha cuidado no preparo. Ferva a água, apague o fogo e dilua duas colheres de chá em uma xícara de chá. Deixe o recipiente tampado entre cinco a dez minutos. A infusão não deve ser reaquecida e, depois de preparada, pode permanecer em locais sem luz por até 12 horas sem perder os seus efeitos.